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A iniciativa surgiu a convite da Revista de Línguistica Antropologica, que faria um volume em homenagem à professora e pesquisadora Ruth Maria Monserrat. Tal professora esteve com os Parakanã em 1990, que, à época, ajudou o sub-programa de Educação a pensar a escrita da língua. O artigo trata, portanto, das impressões da autora sobre a língua e a educação escolar desse povo.
"Por acreditarmos na importância não só de amparar e assegurar um direito constitucional aos nossos discentes indígenas de escreverem em sua própria língua materna, se essa for a vontade deles, bem como para ajudar na elevação do status e da promoção da língua Parakanã, assim como para ser usado em nossas aulas de diversas áreas, aceitamos o convite e compartilhamos o resultado com os departamentos desta instituição, pois julgamos se tratar de uma informação de interesse acadêmico-institucional" disse Quelvia Tavares.
Educando Indígena da LEDOC publica texto na língua junto com professora pesquisadora do CRMB
É com imensa satisfação, que Taranã Parakanã da Licenciatura em Educação do Campo (Turma 2022) e a Docente Quelvia Tavares do Campus Rural de Marabá, acabam de publicar a primeira tradução de um artigo científico para a Língua Parakanã.
A iniciativa surgiu a convite da Revista de Línguistica Antropologica, que faria um volume em homenagem à professora e pesquisadora Ruth Maria Monserrat. Tal professora esteve com os Parakanã em 1990, que, à época, ajudou o sub-programa de Educação a pensar a escrita da língua. O artigo trata, portanto, das impressões da autora sobre a língua e a educação escolar desse povo.
"Por acreditarmos na importância não só de amparar e assegurar um direito constitucional aos nossos discentes indígenas de escreverem em sua própria língua materna, se essa for a vontade deles, bem como para ajudar na elevação do status e da promoção da língua Parakanã, assim como para ser usado em nossas aulas de diversas áreas, aceitamos o convite e compartilhamos o resultado com os departamentos desta instituição, pois julgamos se tratar de uma informação de interesse acadêmico-institucional" disse Quelvia Tavares.
Vale ressaltar que este é o primeiro texto publicado na língua por um educando desta insituição.
Quélvia Souza Tavares (Professora do Campus Rural de Marabá e membro do GPTIE Grupo de Pesquisa Territórios Indígenas e Etnoenvolvimento).
Quélvia Souza Tavares (Professora do Campus Rural de Marabá e membro do GPTIE Grupo de Pesquisa Territórios Indígenas e Etnoenvolvimento).

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